Eu corro, e você?

Atividades Físicas 21Jan10

Muitos correm, mas porque?

Link para o vídeo.

Mais vídeos de corridas em OxigênioTV. Vai lá, antes de colocar o tênis!

Limites do corredor

Recomendações Médicas 04Nov09


Vídeo

O ortopedista, José Marques Neto, dá dica sobre os limites do corredor.

Onde está o limite?

Esportes 12Ago09

Não precisa ser corredor para perceber a beleza do comercial Inspire-se, da Olympikus. Todos os nossos alunos já comentaram, porque ele capta muito bem as dificuldades do dia-a-dia de todo corredor e as transformam em conquistas, afinal, “onde está o limite?

Prefira Correr na Grama

Atividades Físicas, Recomendações Médicas 04Mai09

Além de fortalecer as pernas, correr na grama previne lesões, afinal a corrida é composta de movimentos cíclicos e repetitivos. Tais movimentos provocam milhares de choques dos pés contra o solo, que, em respeito à lei da física, de ação e reação, responde com igual força em sentido contrário aos membros inferiores e coluna. Quanto mais longa a distância, maior a força exercida.

Prefira Correr na Grama

Em uma corrida de 15 km, sofremos 5.000 impactos em cada perna, totalizando 10.000. E isso será por demais agravado se realizado em solo duro, como asfalto e cimento, e com tênis inadequados.

Estudos apresentados no American College Sports of Medicine, demonstram que o piso gramado pode reduzir em até 80% o impacto das passadas durante a corrida. Nos Estados Unidos, os atletas de elite fazem seu aquecimento (warm-up) antes dos treinos de pista, em uma outra pista de grama, construída especialmente para este fim.

O piso gramado, por ser macio, favorece o fortalecimento das pernas (em geral). Já o piso de asfalto, devido ao solo duro, predispõe o corredor a micro lesões, podendo até comprometer o seu futuro.

Asfalto, só para competições ou treinos específicos de ritmo, mas com tênis bem acolchoado. Saiba que muito treino em asfalto pode lhe deixar lento e com a musculatura atrofiada (encurtada), devido aos movimentos repetitivos.

Cuidado se você estiver acima do seu peso ideal (mesmo que seja “apenas 5 quilos”), opte por correr em grama, para evitar o risco de uma sobrecarga nos joelhos e coluna.

Após uma competição em prova pedestre (asfalto), faça a sua recuperação em grama e sinta o alívio que este tipo de piso lhe proporcionará para a musculatura de suas pernas.

Outro fato interessante, quando se corre no piso gramado, há uma tendência a reduzir o ritmo, o que é ótimo para a melhoria do sistema cardiorespiratório, queima de gordura e ganho de resistência.

Escolha um piso gramado e boas corridas.

O Impacto é Sempre o Vilão?

Atividades Físicas, Recomendações Médicas 16Abr09

osteoporose

É muito comum ouvir falar que o “impacto estraga as articulações do joelho, pode ocasionar entorses de tornozelos, piora a compressão das vértebras ou de uma hérnia”. Mas é importante sempre lembrar que na medicina também se aplica aquela famosa regra da vida, na qual os extremos são ruins: nem impacto de menos e nem impacto demais.

Para as pessoas que vão começar a praticar exercício físico precisa passar por um especialista do esporte (seja ortopedista, professor de educação física ou fisioterapeuta) para saber se já possui ou não fatores de risco, tanto para excesso quanto para pouco impacto; exames físicos; peso e altura; lesões anteriores ou atuais; exames de imagem quando necessário.

Já era conhecido que os astronautas quando voltavam do espaço, não conseguiam ficar em pé, devido a uma osteopenia/osteoporose e atrofia muscular. Devido a falta de gravidade, não havia esse famigerado “impacto” que é necessário para que haja uma “fixação de cálcio” (manter ou aumentar a densidade óssea) e “fortalecimento da musculatura”. Por isso, os astronautas de hoje fazem exercícios em pleno espaço para diminuir esses efeitos deletérios.

Como hoje o impacto leva a culpa por diversas lesões, que de fato é verdadeiro para as pessoas não orientadas adequadamente, nos atletas de fim-de-semana ou nas pessoas com fatores de risco, é importante estar ciente de que ele é necessário para melhorar sua osteopenia ou prevenir uma osteoporose, por exemplo.

Por isso, a única vantagem (se é que podemos assim dizer) das mulheres idosas “gordinhas” sobre as “magrinhas”, são que elas por terem muito peso sobre os ossos, sofrem esse impacto e têm um grau menor de osteopenia/osteoporose. Geralmente você já ficou sabendo de uma senhora magrinha que caiu da própria altura e quebrou a perna, mas escutar o mesmo diagnóstico de uma senhora gordinha já é menos freqüente.

Assim, uma atividade física exclusiva em piscina (como hidroginástica) indicada para uma senhora, talvez não seja a melhor opção. Provavelmente deva se associar musculação junto. Isso dependerá muito da indicação do ortopedista e do profissional que acompanhará os treinos.

Diferente do caso das pessoas com excesso de peso, que por terem tanto impacto nas articulações acabam por desgastá-las, ocasionando artrose / osteoartose. Nesse caso sim, o impacto deve ser reduzido, com em uma hidroginástica, por exemplo.

O mais importante é saber que cada pessoa é diferente e que portanto tem necessidades diferentes. Não é tudo que sai na mídia que se aplica a todos. Procure um especialista para você!

Dra.Gisele Barbosa
Médica formada pela USP, pós graduada em Medicina Estética pela Sociedade Brasileira de Medicina Estética.

Estresse Fisiológico no Calor

Atividades Físicas 14Dez08

Uma manhã de domingo ensolarada é muito convidativa para quem gosta de fazer exercícios físicos ao ar livre. Pelo menos uma corridinha em volta da represa, na praia ou mesmo nas ruas do bairro sempre acontece. Cuidado!!! Sol e exercício, dependendo da intensidade de ambos podem se tornar uma combinação perigosa, nós seres humanos toleramos variações relativamente pequenas em nossa temperatura interna (central), tanto para o frio como para o calor, mas neste artigo nos concentraremos no calor.

O calor gerado pelos músculos utilizados durante o exercício pode elevar a temperatura interna (central) até níveis febris que poderia incapacitar uma pessoa se isso fosse causado apenas por um estresse externo induzido pelo calor. Aqui surge uma questão: Como os maratonistas e os triatletas participam de provas de longa duração em baixo de sol e continuam vivos?! A resposta é simples, indivíduos com boa aptidão aeróbia podem trabalhar por períodos mais longos em ambientes extremamente quentes e tolerar níveis mais altos de temperatura que aqueles com menor aptidão ou sedentários. Além disso, possuem acompanhamento com fisiologistas e treinadores que controlam a sua alimentação e HIDRATAÇÃO (manutenção dos líquidos corporais e seus componentes). Resumindo, menos de 1% da população mundial se enquadra neste perfil (atleta preparado) e com certeza a porcentagem de pessoas que saem pelas ruas correndo é maior que a mesma, cuidado atletas de final de semana!!!

A prática de exercício sob altas temperaturas favorece a desidratação (perda de líquido corporal causando hipoidratação), porque o calor impõe uma demanda às reservas líquidas do corpo ocasionando transpiração excessiva reduzindo o volume plasmático. Isso causa insuficiência circulatória e nos casos extremos a temperatura central sobe até alcançar níveis letais.

A forma mais efetiva de minimizar os riscos da hipertermia (super elevação da temperatura corporal) é criar o hábito de fazer uma boa hidratação. Um atleta ou mesmo um praticante de exercícios físicos bem hidratado, consegue se exercitar num nível mais alto que um outro que se exercita em estado de desidratação. A ingestão de uma quantidade levemente “extra” de água aproximadamente 10 minutos antes de exercitar-se no calor pode proporcionar uma pequena proteção termorreguladora, retardando a hipoidratação e acarretando uma elevação menor na temperatura central, porém, não descarta a necessidade de reposição hídrica contínua durante o exercício.

A quantidade de líquido a ser ingerida antes, durante e após o exercício é relativa, ou seja, não existe uma receita universal. Cada indivíduo possui um determinado peso corporal e uma capacidade de retenção hídrica individual, além disso, a necessidade de ingestão hídrica varia para o mesmo indivíduo em dias diferentes devido às variações climáticas e na intensidade do exercício. O indicado é que a perda hídrica durante o exercício não chegue a 2% do peso corporal. Portanto hidrate-se!!!

Thiago Montechiesi é Coordenador e Avaliador Físico na Academia Total Sport em Vinhedo/SP e também Distribuidor Independente de Produtos de Nutrição.

2ª Ramfit 6K

Ramfit 11Nov08

Olá corredores!!

Já estão abertas as inscrições para a 2ª Ramfit 6K, que acontecerá dia 07/12/2008, no Parque Villa Lobos. A corrida será às 08:00, mas cheguem às 7:40 para fazer o aquecimento! Queremos que você termine a corrida esbanjando saúde!

O custo é de R$ 30,00 e todos ganharão a camiseta Dry-Fit especial do evento, água mineral à vontade, barrinha energética, lanches e medalhas para aqueles que completarem o percursso que será de 6 km. Além disso, haverá sorteio de brindes no final da prova!

Inscrição

As inscrições estão sendo feitas via Orkut. Caso você não tenha uma conta, ligue para o Prof.Rafael (11-9124-8789) e garanta sua participação!
Agora vocês poderão ver e interagir com quem já confirmou a participação. Se quiserem conversar sobre a corrida, usem a Comunidade da Ramfit ou os comentários deste post!

Algumas Fotos das Últimas Corridas

1ª Ramfit 6K

1ª Ramfit 6K

1ª Ramfit Running

1ª Ramfit Running

2ª Ramfit Running

2ª Ramfit Running

Boa Forma: Blog da Corredora

Atividades Físicas 15Jul08

Boa Forma: Blog da Corredora

A Revista Boa Forma está promovendo um desafio: Preparar a Jaque para encarar uma corrida de 10km em 3 meses e ainda perder alguns quilos!

Foi a motivação que a galera que sempre quis correr e não conseguia ganhou! Isso porque a Jaque nunca tinha corrido antes e era uma sedentária como tantos!

E o melhor, como ela é repórter, se comprometeu a escrever sobre sua jornada no Blog da Corredora, que foi criado especialmente para esse desafio! Uma excelente iniciativa, pois vocês poderão acompanhar as dificuldades e as alegrias que esse desafio proporcionará!

Veja o perfil da Jaque:
Perfil da JaqueNome: Jaqueline Costa
Idade: 26 anos
Raio-X
: 1,65 metro de altura e 62 quilos
Meta
: ao fim dos três meses correr uma prova de 10 quilômetros e perder 6kg
Acordo
: contar para vocês, no Blog da Corredora, suas dificuldades e conquistas diárias.

Nós que trabalhamos com educação física ficamos muito felizes ao ver que ações como essa têm influenciado muitas pessoas, basta olhar nos comentários deixados para a Jaque.

Tem gente que criou tanta motivação que até estão se mobilizando para cumprir a mesma meta da Jaque! Vejam aqui e aqui.

Parabéns a todos!

Se você quiser correr com acompanhamento profissional, além de conhecer mais pessoas para correr com você, participe dos nossos próprios Grupos de Corrida ou treine no nosso programa de Personal!

Quando o Exercício Pode Fazer Mal

Atividades Físicas, Recomendações Médicas 03Jul08

Quando o Exercício Pode Fazer Mal

Com os Jogos Olímpicos se aproximando, cresce a curiosidade sobre o desempenho de nossos atletas em uma cidade tão poluída quanto Pequim. Como será correr as provas de fundo, como os 5.000 metros, os 10.000 metros e principalmente a maratona? Aliás, é prudente correr quando a poluição se encontra em níveis tão elevados? Há algumas semanas boa parte do país enfrenta condições ambientais desfavoráveis para a dispersão de poluentes – o que é comum neste período do ano. Afinal, devemos ou não fazer exercícios quando o ar está poluído?

Atividades físicas em dias de muita poluição

Uma excelente revisão sobre este assunto foi feita por um grupo de pesquisadores australianos. Eles chegaram à conclusão de que não é recomendável exercitar-se se a poluição estiver elevada, pois há risco de agravar doenças respiratórias como a asma e até mesmo de provocar problemas cardíacos. Isso ocorre porque, com o exercício, há um aumento na ventilação (respiração) e na circulação sangüínea. Além do aumento da oferta do oxigênio, há também um aumento do transporte dos poluentes para o organismo, que podem atingir níveis tóxicos e potencialmente danosos à saúde.

Os riscos para pulmão e coração

Um outro fator que os autores apontam para explicar os perigos de praticar esportes em ambientes poluídos se deve ao fato de que, durante a atividade física, respira-se mais pela boca do que pelo nariz, perdendo uma espécie de proteção quando se respira pelo nariz. Por exemplo, em um dos inúmeros estudos citados por esta revisão bibliográfica, um grupo de corredores aumentou significativamente os níveis de toxinas originadas pela inalação de poluentes, em uma simples corrida de trinta minutos.

Então o que fazer?

Os estudiosos sugerem que o exercício seja feito logo cedo pela manhã, preferencialmente em áreas com menor circulação de veículos, como parques e outros locais mais afastados das vias principais de trânsito. Aos que moram em grandes centros urbanos, portanto, é bom evitar os corredores de tráfego.

Quando o Inverno Chegar…

Atividades Físicas 16Jun08

Quando o Inverno Chegar...

O inverno está chegando e com ele vêm a preguiça e os excessos alimentares. O fato do corpo estar menos exposto durante essa estação, faz com que muitos deixem de lado a preocupação com os exercícios físicos e a alimentação. O resultado já conhecemos: os ponteiros da balança vão lá para cima. Algumas pesquisas já comprovam que há uma tendência de terminar o inverno com, em média, dois a cinco quilos a mais.

Achamos que temos mais fome

No inverno nosso organismo gasta mais energia para a manutenção da temperatura corporal. E na prática há muita gente que sente mais fome neste período. O aumento do gasto energético, porém, não é suficiente para justificar o aumento da ingestão de calorias. Acredita-se que no Brasil, onde o inverno é mais ameno, esse aumento não chegue a 10% do gasto diário calórico para manter o organismo funcionando. O que não serve de desculpa para aqueles que acabam exagerando e se entupindo de chocolates quentes, sopas cremosas ou foundes.

A preguiça é outra armadilha

Nós, treinadores e profissionais de Educação Física, estamos acostumados a ver o sumiço de boa parte dos alunos quando o frio começa a chegar. A maioria das pessoas tende a diminuir – às vezes até a suspender — a freqüência semanal de exercícios. Basta os termômetros registrarem temperaturas mais baixas, para que muitos interrompam a ida à academia ou deixem de fazer suas caminhadas diárias. No inverno, grande parte das pessoas se torna mais preguiçosa para a prática de esportes e acaba preferindo o cobertor, a lareira, um bom filme, e….. um belo saco de pipocas. Está armada a grande arapuca para o sofrimento que virá à tona no começo no verão. Quilos a mais e o corpo totalmente fora de forma.

Os índices de desistência

Um estudo com mais de 300 praticantes de atividades físicas no Brasil revela um dado decepcionante: cerca de 50% das pessoas que começam a praticar atividades físicas abandonam o hábito após um período de seis meses a um ano. Geralmente isso ocorre na época das estações mais frias como outono e inverno. Portanto, fica aqui um alerta: muito cuidado com edredom e a pipoca. Cuide da alimentação, não exagere na gordura e nos doces, e – principalmente – não desista dos exercícios físicos. O inverno também pode ser uma ótima temporada para a prática de esporte. Descubra o jeito de aproveitá-lo de forma saudável.

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